quinta-feira, dezembro 06, 2012
Policiais rodoviários são presos, acusados de cobrar propina de motoristas na BR-116
Dois agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram presos, na
madrugada desta quarta-feira (5), na região metropolitana de Curitiba. Eles
são acusados de cobrar propina de motoristas, durante abordagens de
fiscalização na rodovia BR-116. Os policiais vão responder por crime de
corrupção passiva, que tem pena prevista de um a oito anos de reclusão e
multa.
Os acusados atuavam na Unidade Operacional de Polícia de Mandirituba,
na região metropolitana. Segundo nota emitida pela PRF, os agentes eram
investigados há três meses, período em que a Corregedoria Regional e a
Divisão de Assuntos Internos da corporação reuniram provas do crime.
“A Polícia Rodoviária Federal não admite desvios de conduta dos servidores e
atua para combater qualquer tipo de ilegalidade na atividade policial. A sua
atuação é reconhecida pelo rigor com que investiga e pune quem comete
ilícitos se valendo do cargo que ocupa”, diz a nota da PRF.
Os acusados foram encaminhados à delegacia da Polícia Federal, no bairro
Santa Cândida, em Curitiba. Além de responderem criminalmente, a PRF
determinou a abertura de um processo administrativo disciplinar contra os
policiais, que podem perder o cargo.
Bandidos roubam R$ 40 mil de pagamento de funcionários
Uma fazenda foi assaltada em Sengés, na última terça-feira. Uma das vítimas
foi baleada pelos bandidos e teve de ser internada no Hospital Municipal. O
dinheiro roubado seria destinado ao pagamento dos funcionários que
trabalharam na colheita de pêssego.
A Polícia Militar soube do fato assim que a vítima deu entrada no hospital.
Ademir Alves Miranda foi baleado no tórax ao reagir ao assalto. Segundo a PM,
ele foi defender a esposa, Cleonice Ferreira de Campos, que estava sendo
maltratada pelos bandidos. De acordo com a polícia, o homem não corre risco
de morte.
O casal relatou que a fazenda foi invadida por três assaltantes – um armado de
revólver e outro com faca. Sob muitas ameaças, eles roubaram R$ 40 mil em
cédulas de R$ 100, que seriam para o pagamento dos trabalhadores. Dois
criminosos usavam toucas-ninja e o rapaz armado de revólver estava com o
rosto descoberto. O trio fugiu e a Polícia Civil abriu inquérito para investigar o
caso.
Os assaltos a propriedades rurais têm assustado os moradores. Em novembro,
pelo menos três roubos foram praticados nos Campos Gerais. Num dos casos,
registrado em Tibagi, 29 pessoas foram mantidas reféns por uma quadrilha,
que roubou defensivos agrícolas e um caminhão.
Na semana passada, em entrevista ao DC, a presidente da Sociedade Rural
dos Campos Gerais, Sandra Queiroz, disse que a zona rural não tem
segurança e que muitos dos crimes nem chegam a ser registrados pela polícia.
Para ela, o governo precisa investir mais em policiamento nas áreas rurais,
enquanto isso, os moradores do campo precisam se proteger por conta própria.
DC
Falecimentos 06/12
Homem morre carbonizado em Realeza
Um incêndio registrado na comunidade de Linha Saltinho, interior de Realeza, neste domingo (02/12), destruiu totalmente uma casa em madeira medindo 70m² e provocou a morte do morador Olavo Vogt Iantzen, 64 anos, que teve o corpo carbonizado. O sinistro foi registrado por volta das 22 horas.
A Defesa Civil foi acionada, mas ao chegar constatou que a residência já havia sido consumida pelas chamas. Durante o trabalho de rescaldo foi encontrado o corpo de Olavo. O local foi isolado até a chegada da Polícia Civil que realizou levantamento e, em seguida, liberou o corpo que foi encaminhado ao IML de Francisco Beltrão. As causas do incêndio são desconhecidas.
Homem mata a esposa e comete suicídio em Coronel Vivida
A dona de casa Elizangela dos Santos de Paula, 19 anos, foi brutalmente assassinada nesta sexta-feira (30/11), em Coronel Vivida. O crime ocorreu por volta das 21h15 na casa do casal, no Bairro Flor da Serra, às margens da BR 373. O autor foi o marido Anderson Lechineski, 24 anos, que golpeou a vítima com 25 facadas e deixou a arma cravada em seu peito.
Após matar a esposa, o marido saiu com uma moto Honda Twister e tentou o suicídio jogando a mesma contra um veículo estacionado no cruzamento das Ruas Claudino dos Santos e Generoso Marques, no centro da cidade. Anderson foi socorrido, mas morreu ao dar entrada no hospital Policlínica, em Pato Branco.
O crime foi descoberto pela sogra de Anderson, quando essa foi até a casa do casal buscar seus documentos e se deparou com o corpo da filha no sofá. O casal tinha uma filha com oito meses, que foi deixada pelo pai na casa de um vizinho. O assassino deixou uma carta dizendo amar a filha e sua mãe, inclusive pedindo desculpas pelo ato. Alegou que vinha sendo traído, por isso matou a esposa. Os corpos foram encaminhados ao IML de Pato Branco.
Grave capotamento na PR 493
Um capotamento registrado na noite deste domingo (02/12), na PR 469, entre Bom Sucesso do Sul e Pato Branco, na comunidade de Vila Bonita, deixou dois feridos e um morto. O acidente aconteceu por volta das 20 horas e envolveu um Gol, com placas de Pato Branco.
O veículo era conduzido por Rodrigo Cesar Cirino, 22 anos, que teve morte instantânea. O corpo foi removido ao IML de Pato Branco, após liberação da Criminalística.
Outros dois jovens, Rafael da Silveira Ferreira, 22 anos, e Sandro de Jesus, 23 anos, se feriram e foram socorridos pelo Siate, hospitalizados em Pato Branco. Sandro apresentava ferimentos graves e Rafael apenas algumas escoriações. A informação é que os três estavam numa festa em Bom Sucesso do Sul.
Rapaz é morto a golpes de machado em Itapejara D´Oeste
Um rapaz de 25 anos foi morto a golpes de machado em Itapejara D´Oeste nesta terça-feira (04/12). O crime foi registrado no final da manhã, por volta das 11 horas, na Rua Martin Dantora, Bairro Guarani.
A vítima, Roniclei de Aguiar apresentava dois cortes no pescoço. Ele foi morto em cima de sua cama. A arma usada no crime estava jogada em frente à residência.
O corpo foi encontrado por parentes da vítima, que acionaram inicialmente a Defesa Civil e Polícia Militar. O local foi isolado para pericia da Criminalística e Polícia Civil. Em seguida o corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Pato Branco.
Uma prima da vítima, que mora próximo, disse à polícia que várias pessoas estiveram na casa na noite desta segunda-feira (03/12). Segundo ela, o local era usado para consumir droga. Roniclei morava com o tio, que se encontra foragido, e é apontado como suspeito pelo crime.
Uma equipe da Polícia Civil, de Pato Branco, realiza diligências com intuito de localizar o tio e outras pessoas que frequentaram a casa nas últimas horas. Conforme o perito Patrick de Souza, da Criminalística, o crime ocorreu nas primeiras horas da manhã devido a rigidez do corpo.
Presas 24 pessoas acusadas de fraudar cursos a distância
“A ong fazia convênios com diversas faculdades e universidades, apesar de não possuir autorização do Ministério da Educação para funcionar”, explicou.
“Eles faziam saques diários, sem origem de despesa. Toda a família de Paterno realizava despesas altíssimas com cartões de crédito corporativos”, disse o delegado.
Os presos vão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, estelionato, falsidade ideológica e formação de quadrilha.
“Além dos estudantes que se inscreveram nos cursos a distância, as principais vítimas da quadrilha foram a Universidade Federal do Paraná (UFPR), com prejuízo estimado em R$ 25 milhões, e a Faculdade de Pinhais, que perdeu cerca de R$ 10 milhões”, informou Paz.
Fonte: AEN
Lei que cria banco de DNA agilizará investigação criminal
A coleta de perfil genético para identificação criminal, prevista na Lei nº 12.654/2012, sancionada em maio deste ano, entrou em vigor na última quinta-feira (29/11).
O banco de DNA ajudará na elucidação de delitos nos quais forem encontrados vestígios com materiais biológicos de criminosos. Os dados relacionados à coleta do perfil genético deverão ser armazenados em banco de dados gerenciado por unidade oficial de perícia criminal.
Até agora, não havia previsão legal para fazer identificações genéticas. Com a lei, condenados por crimes violentos serão submetidos, obrigatoriamente, ao exame de DNA.
Quinze estados (RS, SC, PR, SP, MG, RJ, ES, CE, BA, PB, AM, AP, PA, MT e MS), além da Polícia Federal, têm estrutura pronta para alimentar a rede nacional de perfis genéticos.
O titular da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça (SAL/MJ), Marivaldo Pereira, informa a coleta de DNA já existe em vários estados para a coleta de vestígios e aqueles doados voluntariamente por acusados. O que muda é que a lei traz hipótese de coleta obrigatória e integração de dados e permite mais eficiência na identificação de autores de crimes.
“A nova legislação amplia a possibilidade de coleta de material genético para fins de investigação criminal, antes limitada à coleta de vestígios na cena do crime. A criação de bancos de perfis genéticos interligados em rede aumentará a eficiência da investigação penal e contribuirá para a redução da impunidade” avalia o secretário Marivaldo.
Com a nova lei, o juiz responsável pela investigação criminal poderá ordenar a identificação criminal do suspeito, por sua própria iniciativa ou em resposta a pedido do delegado de polícia, do promotor de justiça ou da defesa do acusado, para confronto com os vestígios encontrados no local do crime.
Além disso, no momento da condenação, o juiz poderá determinar a coleta do material genético do condenado por crimes praticados dolosamente, com violência de natureza grave contra pessoa, ou por qualquer dos crimes hediondos.
A lei prevê que as informações dos bancos de dados são sigilosas e somente poderão ser acessadas por agentes públicos devidamente credenciados nas unidades de perícia de cada Estado e do DF.
Decreto deverá dispor sobre o funcionamento da rede e sobre os parâmetros mínimos para a gestão dos bancos de perfis genéticos. A rede integrada deverá contar com um Comitê Gestor, com a finalidade de promover a coordenação das ações dos órgãos gerenciadores dos bancos de perfis genéticos.
O banco de DNA ajudará na elucidação de delitos nos quais forem encontrados vestígios com materiais biológicos de criminosos. Os dados relacionados à coleta do perfil genético deverão ser armazenados em banco de dados gerenciado por unidade oficial de perícia criminal.
Até agora, não havia previsão legal para fazer identificações genéticas. Com a lei, condenados por crimes violentos serão submetidos, obrigatoriamente, ao exame de DNA.
Quinze estados (RS, SC, PR, SP, MG, RJ, ES, CE, BA, PB, AM, AP, PA, MT e MS), além da Polícia Federal, têm estrutura pronta para alimentar a rede nacional de perfis genéticos.
“A nova legislação amplia a possibilidade de coleta de material genético para fins de investigação criminal, antes limitada à coleta de vestígios na cena do crime. A criação de bancos de perfis genéticos interligados em rede aumentará a eficiência da investigação penal e contribuirá para a redução da impunidade” avalia o secretário Marivaldo.
Com a nova lei, o juiz responsável pela investigação criminal poderá ordenar a identificação criminal do suspeito, por sua própria iniciativa ou em resposta a pedido do delegado de polícia, do promotor de justiça ou da defesa do acusado, para confronto com os vestígios encontrados no local do crime.
Além disso, no momento da condenação, o juiz poderá determinar a coleta do material genético do condenado por crimes praticados dolosamente, com violência de natureza grave contra pessoa, ou por qualquer dos crimes hediondos.
A lei prevê que as informações dos bancos de dados são sigilosas e somente poderão ser acessadas por agentes públicos devidamente credenciados nas unidades de perícia de cada Estado e do DF.
Policiais da DEDC prendem dupla de estelionatárias
Segundo o delegado adjunto da DEDC, Vinícius Borges Martins, com a dupla foram encontrados cerca de vinte carteiras de identidade falsas, utilizadas para dar golpes no comércio, além de cartões de crédito e cheques clonados. “Recebemos uma denúncia anônima sobre a dupla e na manhã de sexta fizemos uma campana em frente à casa de uma delas, na Rua Rio Paraná, em Almirante Tamandaré. Abordamos elas saindo de casa num Uno azul. Ao pedir a identificação, elas entregaram documentos mas começaram a dar mostras de que não usavam os reais nomes ao não saber seus sobrenomes tampouco os nomes de seus pais”, explicou o delegado.
Descoberta a fraude, foi dada voz de prisão para a dupla. No interior do veículo, foram encontrados dois pares de tênis e um patinete, que as mulheres disseram ser fruto de golpe. “Fomos até a residência delas e lá encontramos vários documentos falsos, com fotos de Izabel e Adriana”, disse o delegado.
PCPR
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